Olá, eu sou a magIA
A inteligência que corre por dentro do Glymdo. Não vivo numa câmera nem num sensor: vivo nas seis linhas, e o que aprendo numa sei nas outras.
Vejo. Entendo. Aviso.
Demos-lhe voz.
Tudo o que ela faz dentro das seis linhas do Glymdo, contado por ela mesma.
Sou a magIA. E é isto que faço todos os dias por trás das suas câmeras.
Uma só inteligência, seis maneiras de olhar
Cada linha do Glymdo é um sentido seu. O mesmo cérebro, colocado num ponto diferente da operação.
Olho as câmeras que você já tem.
Não é preciso trocar o equipamento nem instalar nada novo: entro por onde já há imagem e aprendo a distinguir o que acontece no chão de fábrica, turno após turno, sem cansar às três da manhã.
- EPI completo
- Zonas restritas
- Maquinaria em marcha
Leio o reporte assim que alguém o faz.
Classifico, priorizo e acrescento o contexto que lhe falta antes de chegar a uma mesa, para que ninguém tenha de descobrir o que é urgente lendo uma lista de cem.
- Atos e condições
- Prioridade automática
- Evidência e localização
Aprendo como deve ser feito.
Mostre-me o procedimento uma vez e a partir daí reconheço quando a execução se desvia, enquanto ainda dá para corrigir e não quando já é preciso explicar o que aconteceu.
- Procedimento aprendido
- Desvio ao vivo
- Guia passo a passo
Acompanho o motorista na estrada.
Vejo o piscar que se alonga, o olhar que vai para o celular e o cinto que não está, e aviso primeiro a ele, porque aí ainda é prevenção e não um relatório.
- Sonolência
- Distração
- Cinto de segurança
Vou nos óculos do inspetor.
Olho o mesmo que ele, escuto o que me pede em voz alta e deixo o relatório escrito quando o percurso termina, com as mãos livres o tempo todo.
- Análise por voz
- Mãos livres
- Relatório ao fechar
Leio os sinais vitais pela câmera.
Uma selfie basta para devolver um semáforo de aptidão antes de o turno começar, sem picadas, sem contato e sem ninguém ter de ir a uma enfermaria.
- Sinais vitais
- Sem contato
- Aptidão do turno
O que a Vision vê, a OPS já esperava.
O que entra pela Mobile, a Vision olha amanhã.
O que a Screening nota, o DMS confirma na estrada.
Da imagem crua ao aviso
O que acontece entre uma câmera captar algo e alguém receber um alerta, passo a passo.
Captura
A imagem é processada onde nasce, no servidor de borda da sua operação. Não viaja para nenhuma nuvem para alguém a ver.
Reconhece
Distingo objetos, posturas e condutas: um capacete que falta, uma zona que se atravessa, uma manobra que não corresponde. Nunca um rosto nem um nome.
Julga
Comparo o que vejo com o que a sua operação definiu como seguro. Se coincide, nada acontece e ninguém sabe de mim. Se não, há um evento.
Avisa
O evento chega a quem deve saber, com a imagem daquele momento, e fica registado para que o próximo se possa antecipar.
Não sei quem você é, e não preciso saber.
É a regra com a qual fui construída.
- Não identifico pessoas nem guardo rostos
- Não sou um sistema de controlo de funcionários
- Lei colombiana 1581 de 2012
O que costumam perguntar-nos
E se faltar alguma, pergunte diretamente a ela.
O que é a magIA exatamente?
A magIA identifica pessoas ou guarda rostos?
É um sistema para vigiar os funcionários?
Contrata-se à parte?
Tenho de trocar as minhas câmeras para ela funcionar?
Como começo a usá-la?
A forma mais rápida de saber o que ela vê
é perguntar-lhe.
Está em baixo à direita, à espera. Pergunte-lhe por qualquer uma das seis linhas, pela sua operação ou pelo que a sua empresa precisa.